espaco-game category image
26-06-16
Anunciado Resident Evil 7!
Dizem que vai voltar pro survival horror... Será que dessa vez vai?

CRÊEMDEUSPAITODOMISERICORDIOSO!!!  :omg:

Já viram o trailer e a demo de Resident Evil 7 anunciada há alguns dias na E3? A Capcom resolveu tirar a bunda do sofá e viu que já tinha passado da hora de fazer alguma coisa com RE, que desde o #4 tava só descendo a ladeira pra longe do survival horror tão característico da série.

Resident Evil 7

por http://gamingway.fr/

Se você ainda não viu porque estava morando embaixo de uma pedra, confira abaixo o trailer exibido na conferência e mais a demo jogada pelo youtuber favorito Allan:

Pode não ter tido dedo de zumbi nisso aê, mas caramba como ficou assustador!

Tá certo que todo mundo está comparando a demo jogável com o falecido P.T. (clique no link se não sabe do que se trata) e de fato, ambas demos conseguiram trazer a mesma sensação de horror (muito embora eu ainda tenha achado a de Silent Hills mais assustadora ainda).

O que temos de informação até o momento é a data de lançamento do jogo, que será 24 de Janeiro de 2017 pra Playstation 4; sabemos também que o jogo estará disponível pra ser jogado na plataforma normal do PS4 e também com o VR – o óculos de realidade virtual da Sony (quem vai conseguir jogar isso em realidade virtual, meldels?); o game será em primeira pessoa e por último mas não menos importante: a demo nada tem a ver com o jogo em si.

Resident Evil 7

por http://huongdanvathuthuat.blogspot.com.br/

Será que finalmente a Capcom vai parar de enfiar o pé na jaca e trazer de volta o Resident Evil pras origens? Já faz muito tempo que não sabemos mais o que é se cagar de medo ao jogar um jogo da franquia. Ok, RE4 foi legalzinho, é divertido de jogar, mas não dá meeeeeedo. Cadê aquela sensação de zumbis te espreitando no corredor? Ou o Nêmesis te perseguindo pela cidade inteira? É Capcom, kd?  :chateado:

Segundo li em alguns lugares os produtores realmente querer voltar ao horror e por esse motivo escolheram a perspectiva em primeira pessoa, que será a “primeira” vez que aparecerá na série (assim como P.T. tinha dado a deixa para acreditarmos que o novo Silent Hills também seria em primeira pessoa), porque esse tipo de câmera ajuda a mergulhar o jogador no universo do game – ainda mais se estivermos usando o VR.

Ao que tudo indica, o jogo voltará mesmo às raízes trazendo de volta o cenário de uma mansão, um ambiente fechado como não víamos desde o início da série em si. De acordo com os produtores essa decisão foi tomada pra aumentar a sensação de horror e claustrofobia. Até o momento nenhum personagem da série foi confirmado no game e nem nada sobre a história do game foi revelado, porém já sabemos que não se trata de um reboot e todos os eventos dos jogos anteriores serão levados em consideração.

Resident Evil 7

por http://lylesmoviefiles.com/

Uma curiosidade interessante é a música que foi escolhida para o trailer. “Go tell aunt Rhody” (Vá contar à tia Rhody – em tradução literal) é uma música country infantil americana que até mesmo em seu original tem uma letra mórbida que diz para contarem à tia Rhody que seu ganso (que ela estava “guardando” pra fazer um travesseiro de penas) havia morrido e agora todos os bichos estavam tristes e choravam. Que raio de música infantil é essa?  :angry:

(Se bem que depois de FNAF3 ter usado London’s Bridge, nada mais me surpreende…). A versão utilizada no trailer traz uma letra diferente e ainda mais mórbida: “Go tell aunt Rhody that everybody’s dead” (Vá contar à tia Rhody que todo mundo está morto) e nem queira ver o resto da letra!

Só sei dizer que minha alegria foi tanta (não ficava assim desde Silent Hills) que eu tive que postar isso no blog. PRECISO QUE ALGUÉM CONVERSE COMIGO SOBRE ISSO!

Mandem aê nos comentários, o que acharam? Estão confiantes que a Capcom vai acertar dessa vez?

Ansiedade a mil, até o próximo post! :hello:

PS. Se depois de perderem o Kojima e ter P.T. cancelado a coisa já tava feia pra Konami, imagina agora com esse anúncio bombástico?  :music:

Resident Evil 7 Kojima and Konami tears

Na xícara: “Lágrimas da Konami”


Me acompanhe também aqui:
Facebook - Twitter - Instagram - Bloglovin





banheiro-feminino category image
23-06-16
Conhecendo a Lush cosméticos
Muito mais do que produtos bonitos e inovadores!

Já faz algum tempo que vi os primeiros produtos da Lush Cosméticos na internet, principalmente no blog da Jess. Em todas as resenhas havia uma opinião sempre muito positiva sobre os produtos da marca que ficou conhecida por fazer produtos fora do comum como shampoos e condicionadores sólidos por exemplo.

Lush cosméticos

Por esse motivo resolvi fazer uma visita à loja física da Lush que abriu no shopping Center Norte, perto da minha casa aqui em São Paulo. Dá pra sentir o cheirinho dos produtos bem antes de entrar na loja mesmo e o aspecto do lugar remete bastante a produtos naturais – porém foi só após ler a história da marca em seu catálogo de produtos que eu pude entender realmente do que se trata a Lush cosméticos: não basta ser legal e nem sustentável, tem que ser ético e não impactar o meio ambiente.

A proposta da Lush não é ser uma marca ~hipster~ e diferentona, mas sim aliar a inovação e a criatividade aos cuidados com a natureza, tentando diminuir o máximo possível no impacto que a indústria de cosméticos causa no planeta. Tem coisa mais legal que isso? Todos os produtos da marca são cruelty free – ou seja, não são testados em animais e eles tentam ao máximo produzir coisas peladinhas; sem embalagem para não termos o que jogar fora e aqueles que necessitam de embalagem veem sempre com plásticos e elementos reciclados que ao terminarem podem ser levados de volta às lojas Lush para serem reciclados novamente.

A empresa me agradou tanto na proposta que resolvi experimentar alguns produtos e logo de cara já levei três pra casa! O preço não é dos mais baratos, mas pela ideia e a qualidade, vale cada centavo!

T for Toes

Lush cosméticos
Esse produto é um pózinho desodorante e antibactericida para os pés. Ele tem um cheirinho bem forte, mas longe de ser ruim. Deve ser usado direto nos pés e dentro dos sapatos. Ele evita maus odores e ajuda a combater as bactérias que os provocam. E de fato pra quem usa muita sapatilha fechada ou meias direto ele mantém mesmo as coisas em ordem! *risos*

Volcano

Lush cosméticos
Esse aqui é M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O! Volcano é uma máscara para pés que parece uma lama cinza. Ao aplicá-la ela seca rapidamente e em seguida vem uma sensação refrescante como se você tivesse esfregada hortelã nos pés. É passar e deixar entre 10 e 15 minutos. Para retirar tem que ser com água e a embalagem recomenda uma boa esfregada pra esfoliar a pele.
Eu sofro com uma pele bem seca nos pés; herança de alguns anos de balé na infância. A máscara já fez meus pés melhorarem bastante e não tenho sofrido mais com pele descamando por exemplo; ela tem ficado mais macia e faz apenas um mês que comecei a usar. Costumo passar uma vez por semana.

Bubblegum

Lush cosméticos
Esse produto é um esfoliante de lábios que tem o gosto do nome: chiclete! E tem mesmo o sabor. Só esfregar nos lábios e tirar depois. Lembrando que esfoliação não pode ser feita com muita frequência! E não adianta apenas usar hidratante e esfoliante – se você não beber água sua boca não ficará hidratada.
Com isso em mente, volta e meia uso o esfoliante pra tirar a pele morta e depois passo o Babylips da Maybelline pra hidratar. Tenho curtido bastante o resultado!

Resumindo: não me arrependi de nenhum produto que comprei na Lush cosméticos. E mais ainda da proposta da empresa de ser consciente pra fazer produtos de qualidade que não agridem os animais e nem o meio ambiente. Não basta ser sustentável pra garantir a continuidade dos negócios – é preciso não atacar a natureza e sempre repor tudo que tiramos dela.

Quem aí já conhecia a Lush? Quais produtos já usaram e curtiram?

Fico por aqui! Até o próximo post! :hello:


Me acompanhe também aqui:
Facebook - Twitter - Instagram - Bloglovin





tutoriando category image
27-01-16
Mitos e verdades sobre aprender inglês
O que é verdade sobre aprender um novo idioma?

Aprender inglês é um tópico que já vem sendo debatido às tantas mundo afora. Já fazia algum tempo que estava com vontade de fazer um post reunindo alguns mitos e verdades sobre aprender inglês – e o motivo é porque como professora do idioma, vejo que muitos alunos possuem algumas ideias um tanto incorretas sobre o aprendizado de idiomas.

Visando desmistificar algumas coisas a esse respeito, resolvi reunir no post de hoje alguns mitos e também vou responder algumas perguntas que me fizeram através do Facebook.

aprender inglês

Fiquem atentos! Na segunda parte dessa série, estarei falando sobre dicas gerais pra quem já estuda e está precisando de uma força.

É possível aprender sozinho?

Sim – pra quem é autodidata. É importante entender que pra qualquer coisa, o estudo sozinho demanda o perfil autodidata. Nem sempre uma pessoa que consegue aprender uma matéria sozinha, conseguirá aprender todo o resto. Eu por exemplo aprendi violão sozinha (porque desde os 15 anos espero meu tio me ensinar; estou com 25…), porém em inglês o máximo que consegui aprender foi vocabulário. Precisei de um curso pra chegar onde estou. Então você pode fazer um teste com sites online e aplicativos pra ver qual a quantidade de informação que você tem conseguido absorver, porém se o método do ensino por conta não funcionar com você, aí é necessário um curso ou se mudar de mala e cuia pros gringos.

Quanto tempo de estudo é ideal pra quem está aprendendo sozinho?

Todo o tempo possível. Quanto mais melhor. Mas nesse caso, não é necessariamente uma questão de tempo de estudo. A minha recomendação seria um tempo para focar no idioma, pelo menos uma a duas horas por dia, e o resto (o máximo possível) pra se expor à ele. Uma coisa que costumo fazer em casa é deixar a televisão no SAP e ir lavar louça. Você pode não entender nada do que estão falando, mas seu cérebro vai sim adquirir informações dali, principalmente em termos de pronúncia e sonoridade. Quanto mais coisas no seu dia-a-dia você fizer em inglês, melhor.
Joga Candy-Crush? Coloque o jogo em inglês.

Quanto tempo de curso é preciso pra ficar fluente?

Não existe um tempo específico.

Sério mesmo. Isso vai depender de você, do seu aprendizado, seus pontos fortes e fracos e da metodologia que melhor se encaixa ao seu perfil. Há pessoas que aprendem em 6 meses? Sim. E tem pessoas que só conseguem aprender com mais tempo? Sim. Ambas as pessoas são perfeitamente normais. A diferença é que elas possuem habilidades pra coisas diferentes.
É preciso analisar o seu perfil. Quais matérias você é/era bom na escola? Normalmente, pessoas com mais facilidade pra idiomas costumam ser mais voltadas às áreas de Humanas – porém há exceções, isso também não é regra geral.
Pense na forma como você costuma memorizar informação. Se você sempre foi do tipo que precisa anotar as coisas, isso é uma característica que você precisa carregar ao fazer seu curso, portanto estar em um curso onde você não terá a oportunidade de fazer anotações, poderá empacar seu desenvolvimento.

É possível aprender com cursos online?

Sim, é possível. Porém mais uma vez, depende mais do aluno do que do curso. Tem pessoas que precisam necessariamente de um curso presencial – não se dão muito bem com ensino à distância. Se você é do tipo que não consegue ficar na internet sem ter 5512346986413139752 de abas abertas isso será um problema, pois o estudo online requer muita disciplina. E volto a citar que há a perda da interação com colegas; isso também precisa ser levado em consideração.
Geralmente esse tipo de curso é mais indicado pra quem é semi autodidata, ou seja, quem consegue extrair informação com mais facilidade, sem precisar da guia do professor o tempo todo. Mais uma vez, isso depende de perfil e não há nada de errado com o perfil de ninguém.  :love:

É melhor estudar com professores nativos?

Por um lado sim, por outro não. A vantagem que há no professor nativo é que a pronúncia dele será sempre perfeita e ele saberá bem o uso do idioma. Por outro lado, o professor nativo não conhece os problemas dos alunos locais. Ele nem sempre consegue entender ou prever onde os alunos poderão enfrentar problemas, nem identificar qual foi o raciocínio que levou o aluno ao erro pra que possa ajudá-lo a compreender melhor o que no inglês é diferente. Tudo na vida tem dois lados.

Professor particular é melhor?

Da mesma forma: sim e não. Se você quer começar do zero eu recomendaria um curso em uma escola de idioma. O professor particular tem a vantagem da adaptação de horários e a customização das aulas mais voltadas à sua necessidade, com o foco do professor 100% em você. No entanto você perde a interação com colegas – fato que é primordial pra aprendizado. Só se aprende aquilo que se pratica e em certos casos, praticar com colega acaba sendo mais vantajoso do que praticar direto com o professor. Outro fator que é preciso avaliar, é a capacitação do professor. Tenho recebido, por exemplo, muitos professores para prova (alguns até já dão aulas), mas que cometem erros bem ruins no idioma. A vantagem de se estudar em uma escola de idiomas, é que há o departamento pedagógico, normalmente formado por pessoas da área que sabem o que estão fazendo e algumas escolas possuem a opção de aulas particulares, por praticamente o mesmo valor de um professor particular.

Intercâmbio e morar no exterior

É verdade que fazer um intercâmbio (contanto que você realmente estude) ou ir morar direto no exterior pra aprender a língua são coisas que funcionam. A questão principal desse tipo de atividade é que você estará imerso(a) em um ambiente falante do idioma e sua única opção (espero) será forçar o inglês a sair pra conseguir se comunicar.
Não é necessário viajar pra fora pra adquirir fluência, você só precisa de oportunidades pra usar o inglês e graças à internet, isso tem de sobra!

Dificuldades de aprendizado e déficit de atenção

Uma das perguntas que recebi no Facebook foi de uma aluna relatando sua dificuldade de aprendizado no geral e perguntando quanto ao aprendizado do inglês. É uma questão que é preciso analisar onde exatamente está a dificuldade – muitas vezes não são as matérias, mas sim a forma como são ensinadas. Eu tenho reconhecidamente um problema sério com exatas. Nunca consegui aprender muita coisa, porém em um semestre tive uma professora de química que conseguiu me fazer aprender; é preciso analisar (algumas vezes com o acompanhamento de um psico-pedagogo) qual a raiz do problema e trabalhar outras metodologias que possam funcionar melhor que as mais tradicionais.
É impossível não se dar bem com nada. Todo mundo possui habilidade pra alguma área, o problema é que a escola regular apenas prioriza a competência lógica-matemática, ao invés de desenvolver outras capacidades dos alunos. Clique aqui se você nunca ouviu falar sobre a teoria das Competências Múltiplas.

Qual a melhor forma de aprender?

Vai depender de você.
É fato que métodos mais indutivos de ensino (onde o professor não explica de bandeja, mas sim o aluno que precisa chegar na resposta sozinho através da observação do idioma sendo usado) causam melhor retenção do conteúdo passado. Ou seja, você ser exposto ao idioma e ter seu professor te fazendo perguntas sobre o conteúdo daquilo até que você entenda costuma ter melhor resultado do que quando simplesmente o conteúdo é passado pra vc de forma direta; “isso usamos pra isso e isso pra aquilo”. Dentre as “recentes” pesquisas sobre aquisição linguística, o modelo de aula indutivo obteve excelentes resultados e isso porque ele parte da premissa que entender é mais eficaz que decorar.

Porém métodos indutivos nem sempre funcionam com 100% dos alunos – lembram quando eu falei que as pessoas são diferentes? Exatamente. Pra alguns alunos uma mescla de técnicas é necessário. É por esse motivo que a capacitação dos professores de inglês é crucial. O profissional precisa conseguir reconhecer essas diferenças e saber o que aplicar aos seus alunos e quando aplicar.

Se você estiver afim de testar isso consigo mesmo, procure esquetes ou cenas pequenas de filmes/séries simples de cotidiano, leia o resumo do que está no vídeo, procure algumas palavras chave (não todas) primeiro e então assista. Se você está assistindo duas pessoas se apresentando, tente identificar: expressões usadas pra cumprimentos, quais perguntas foram feitas pra dar informação pessoal, quais as expressões de despedida e assim por diante. Tendo isso identificado, pratique a pronúncia copiando aquilo que está ouvindo (aprender a utilizar símbolos fonéticos quebram um galho enorme) e depois pratique escrever essas expressões e criar seu próprio diálogo.

Principal dica pra quem não sabe nada e está começando:

Não entre em pânico.

Sério.

Não precisa.

Aprender inglês não é tão difícil e nem tão chato quanto parece. Não permita que experiências ruins venham a te bloquear nos seus estudos. Minha principal dica é: não encare o inglês como uma matéria de conteúdo como geografia ou história. Idiomas são comunicação e nós estamos sempre nos comunicando. Não fique tão focado em colocar todos os pingos nos “is” e não errar a conjugação de nenhum verbo – o mais importante é a mensagem que você quer passar no novo idioma; de forma a encontrar os caminhos que completam a comunicação e transformam seu aprendizado em algo mais leve e sutil.

Segunda principal dica: viva o inglês. Se decidiu aprender, então é hora de esquecer o português e viver o inglês no seu dia-a-dia. Felizmente a maior parte da mídia que consumimos é fabricada em inglês, portanto praticamente qualquer coisa (como entretenimento) pode sim te ajudar nessa tarefa.

Entenda o inglês como uma ferramenta, um passaporte pra uma viagem e não o destino final.

Na parte dois desse post responderei outras perguntas que fizeram e trarei uma compilação de ferramentas online pra ajudar quem se decidiu entrar nessa por conta própria.

Até o próximo post!


Me acompanhe também aqui:
Facebook - Twitter - Instagram - Bloglovin






@thisiskeyko ^_^